Fórumcast #20
09 de novembro de 2018, 17h20

Preso na Operação Capitu tentou jogar dinheiro na privada quando a PF chegou

A PF prendeu também na manhã desta sexta, o vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), e os executivos da JBS Joesley Batista e Demilton de Castro

Foto: PF/Reprodução

O advogado Mateus de Moura Lima Gomes, que foi diretor vice-presidente da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e é um dos presos na Operação Capitu, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (9), jogou cerca de R$ 3 mil na privada quando os agentes chegaram em sua casa no condomínio Vale do Sereno, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A Polícia Federal prendeu na manhã desta sexta, o vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), e os executivos da JBS Joesley Batista e Demilton de Castro em uma operação que investiga suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura. As informações são da Folha de S.Paulo e portal Globo.

A PF também faz buscas no gabinete de Andrade. No total, são 62 mandados de busca e apreensão em Minas, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso do Sul.

A operação, um desdobramento da Lava Jato, foi batizada de Capitu e é baseada na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB, sobre supostos pagamentos de propina a servidores públicos e políticos no Ministério da Agricultura nos anos de 2014 e 2015. À época, Andrade era ministro da Agricultura.

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Segundo as investigações, havia um esquema de arrecadação de propina dentro do Ministério da Agricultura para beneficiar políticos do MDB, que recebiam dinheiro da JBS, que pertencem aos irmãos Joesley e Wesley Batista, em troca de medidas para beneficiar as empresas do grupo.

Com informações do G1


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