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01 de julho de 2019, 10h57

Procurador diz que corporativismo de membros do MPF fortalece o fascimo

"Há na consciência de cada membro do MP um duelo entre a República e a corporação. Optar pela República exige desprendimento e alguma dose de coragem. O apego à corporação proporciona conforto e acolhida, mas está claro que fortalece o fascismo latente na sociedade brasileira", publicou o procurador Wilson Rocha Assis em seu Twitter.

Foto: Agência Pública

O procurador da República Wilson Rocha Assis, de Goiás, usou suas redes sociais para comentar o fato de um dos membros da força tarefa da Lava-Jato ter confirmado anonimamente a veracidade das últimas mensagens publicadas. Para ele, cada procurador vive um duelo entre optar pela República ou pela corporação e, ao optar pelo segundo, se fortalece o fascismo.

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“Há na consciência de cada membro do MP um duelo entre a República e a corporação. Optar pela República exige desprendimento e alguma dose de coragem. O apego à corporação proporciona conforto e acolhida, mas está claro que fortalece o fascismo latente na sociedade brasileira”, publicou Wilson Rocha Assis em seu Twitter.

O procurador é bastante crítico à Lava Jato e não é a primeira vez que se manifesta contra a força-tarefa, criticando, principalmente, Deltan Dallagnol.


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