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18 de fevereiro de 2020, 16h25

PSL condena ofensas de Bolsonaro à repórter da Folha: “pouco apreço pela democracia”

Até o partido pelo qual Bolsonaro foi eleito se mostrou contra

Foto: Reprodução

O PSL, partido pelo qual o presidente Jair Bolsonaro foi eleito em 2018, condenou, nesta terça-feira (18), em nota pelo Twitter, as ofensas que ele fez à repórter da Folha, Patrícia Campos Mello.

De acordo com o partido, “a atitude, além de ofensiva, demonstra pouco apreço pela democracia”.

“O PSL preza pela liberdade de imprensa e respeito pelos indivíduos. As agressões contra a jornalista Patrícia Campos Mello são inaceitáveis e merecem o repúdio dos brasileiros de bem. A atitude, além de ofensiva, demonstra pouco apreço pela democracia.”

“Ela queria dar o furo a qualquer preço”

Em entrevista na manhã desta terça-feira, quando voltou a falar com jornalistas, Jair Bolsonaro fez ilações sobre uma suposta ligação da repórter da Folha, Patrícia Campos Mello “com o PT” e ironizou as fake news propagadas pela milícia virtual sobre o depoimento de Hans River.

“Ela queria dar o furo a qualquer preço contra mim”, ironizou Bolsonaro, provocando risos em apoiadores que acompanharam a entrevista.

Em depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, Hans River, ex-funcionário da Yacows, disse que a jornalista da Folha teria oferecido sexo em troca de informações sobre a rede de fake news que atuou em prol de Bolsonaro durante as eleições de 2018.


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