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16 de janeiro de 2020, 12h19

PSOL entra na Justiça por demissão de secretário de Bolsonaro envolvido em corrupção

A ação é assinada por Ivan Valente, líder da bancada do PSOL na Câmara, e Juliano Medeiros, presidente nacional do partido, e também pede a anulação de todos os atos assinados por Fabio Wajngarten à frente de Secom

Fábio Wajngarten (Foto: Alan Santos/PR)

O PSOL protocolou nesta quinta-feira (16) uma ação popular na Justiça do Distrito Federal solicitando a demissão imediata do chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) Fabio Wajngarten e de seu Secretário Especial Adjunto, Samy Liberman.

A ação é assinada por Ivan Valente, líder da bancada do PSOL na Câmara, e Juliano Medeiros, presidente nacional do partido, e também pede a anulação de todos os atos assinados por Wajngarten à frente de Secom.

Reportagem da Folha de S. Paulo mostrou que Fabio Wajngarten recebe dinheiro de emissoras e agências contratadas pelo governo Bolsonaro através da FW Comunicação e Marketing, da qual tem 95% das ações.

Emissoras como Record e Band pagam pelo serviço de “Controle da Concorrência” à empresa do chefe da Secom.

Segundo o PSOL, o caso é uma evidente afronta à Lei de Conflito de Interesses. “A lei diz que integrantes da cúpula do governo são proibidos de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. A prática implica conflito de interesses e configura ato de improbidade administrativa”, diz a nota.


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