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13 de fevereiro de 2020, 14h14

“Seria suficiente para que o ministro fosse afastado”, diz Fernanda Melchionna sobre denúncia da Fórum sobre Weintraub

Para a líder do PSOL, no entanto, Bolsonaro trata as ilegalidades cometidas por ministros dentro da máxima que mudou desde que chegou na Presidência. "No governo Bolsonaro, bandido bom é bandido amigo"

O ministro da Educação, Abraham Weintraub (Reprodução/Twitter)

A líder do PSOL na Câmara, deputada Fernanda Melchionna (RS), afirmou que a denúncia feita nesta quinta-feira (13) pela Fórum nesta quinta-feira (13) sobre negócios escusos do ministro da Educação, Abraham Weintraub, é suficente para que ele seja afastado do cargo.

“Este tipo de relação suspeita entre Weintraub e o professor que o aprovou na banca de admissão na Unifesp não surpreende. O governo Bolsonaro é marcado pela corrupção. Casos como o dele são ignorados ou até autorizados pelo próprio presidente. Isso por si só já seria suficiente para que o ministro fosse afastado”, afirmou a deputada à Fórum.

Para Fernanda, Bolsonaro trata as ilegalidades cometidas por ministros e assessores com total conivência, dentro da máxima que mudou desde que chegou na Presidência.

“Um cargo desta envergadura precisa ser ocupado por pessoas no qual não haja nenhuma sombra de dúvida sobre a sua trajetória. Não me surpreenderia se Bolsonaro viesse a público dizendo que o ‘coitadinho’ está sendo perseguido e que será inclusive recompensado depois disso. No governo Bolsonaro, bandido bom é bandido amigo”, disse.

Sócio
Aprovado como professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em 2014 em um processo no mínimo contestável, Weintraub tornou-se sócio do único avaliador que deu nota superior aos demais e foi o responsável por colocá-lo no rol de docentes da universidade.

Um ano depois, o professor Ricardo Hirata Ikeda tornou-se sócio dos irmãos Abraham e Arthur em um centro de estudos que já lucrou R$ 45 milhões em um único contrato com o governo de Goiás utilizando irregularmente o nome da Unifesp.

Leia a reportagem de Luís Fragão na íntegra


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