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10 de novembro de 2019, 14h28

Silas Malafaia desmente fake news que ele próprio criou sobre suposta relação de Adélio com Dilma

Em 2018, durante a campanha eleitoral, Malafaia propagou a fake news de que Adélio Bispo teria atuado como assessor de Dilma e seria militante do PT. "A maior grandeza humana não são seus acertos, mas reconhecer seus erros e corrigir suas rotas", disse ao desmentir a informação mais de um ano depois

Silas Malafaia (Reprodução)

O pastor Silas Malafaia pubicou neste sábado (9) um vídeo em sua conta no Twitter para desmentir uma fake news que ele mesmo criou relacionando Adélio Bispo dos Santos, autor da facada em Jair Bolsonaro, à ex-presidenta Dilma Rousseff e ao PT.

Em 2018, durante a campanha eleitoral, Malafaia propagou a fake news de que Adélio Bispo teria atuado como assessor de Dilma e seria militante do PT.

“Adélio nunca foi militante do PT nem assessorou Dilma em sua campanha”, publicou o pastor bolsonarista junto ao vídeo em que diz que “a maior grandeza humana não são seus acertos, mas reconhecer seus erros e corrigir suas rotas”.

“Na época, eu disse que o tal de Adélio era assessor de Dilma. Nunca foi assessor de Dilma. Tem que ser honesto com isso ai”, afirmou, ressaltando que “ele já teve vínculo lá atrás com o PSol”.

Malafaia ainda alega que a divulgação dessas informações não condiz com o seu padrão de comportamento usual. “Eu sou cuidadoso, de ver coisas em redes sociais e soltar, mas, na época, eu soltei, postei no Twitter fazendo a reconsideração, e, agora, tô reconsiderando aqui nesse vídeo”.

No início da gravação, Malafaia afirma que “estamos fazendo um ano” do atentado, que ocorreu no dia 6 de setembro de 2018. Adélio foi considerado inimputável pela Justiça, por ter diagnóstico de insanidade mental.

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