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22 de janeiro de 2020, 22h11

Skaf se defende de críticas: Somos a Fiesp, não somos fascistas, somos Bolsonaro

Criticado por empresários descontentes com a "autodestruição" da entidade, Paulo Skaf disse tratar-se de recalque e inveja

Paulo Skaf, Jair Bolsonaro e o pato da Fiesp (Montagem)

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, publicou um artigo na Folha de S. Paulo nesta quarta-feira (22) comentando sobre as duras declarações dadas por um conjunto de empresários que enxergam que os passos dados por Skaf colocam a federação em um caminho de “autodestruição”.

“Os leitores desta Folha, por exemplo, depararam-se nas últimas semanas com quatro textos sobre a Fiesp que causam estranheza, e por que não dizer, indignação em quem conhece e vive nosso dia a dia. Um deles, o mais obtuso, perguntava se a Fiesp é ‘fascista’. Chega a ser ridículo demais para comentar”, escreveu Skaf.

Apesar de negar ser fascista e rebater declarações que apontam militarização da entidade, o empresário afirma que a Fiesp apoia “sim” Bolsonaro devido à agenda econômica promovida pelo ministro Paulo Guedes. “Apoiamos o governo Bolsonaro? Sim. […] Bolsonaro colocou o país no rumo certo e tem dado demonstrações concretas de estar comprometido com o crescimento e com a geração de empregos”, afirma.

“Engana-se quem pensa que a Fiesp não é, nem deve ser, uma entidade política. Deve sim. Ela é política, mas não partidária”, disse ainda, orgulhando-se de ter defendido o golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff. “Uma Fiesp indecisa e sem voz perde a razão de ser”, completa.

Ele ainda disse que seus críticos possuem “recalque e inveja”. “Atacar nossa entidade por ter posicionamento político só interessa a quem não tem compromisso com os setores produtivos nem com o Brasil. Ou a quem se deixa consumir pelo recalque e pela inveja”, declarou.


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