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23 de julho de 2019, 09h12

Sob ataques de Carlos Bolsonaro, Rêgo Barros afirma que continuará com cafés da manhã com jornalistas

Militares se colocaram ao lado do general, porta-voz da Presidência, e suspeitam que Carlos Bolsonaro esteja de olho no cargo

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O general Otávio Rêgo Barros, porta-voz da Presidência da República, evitou comentar sobre as críticas lançadas contra ele por parte do vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), o filho 02 de Jair, e disse que o café da manhã com jornalistas, idealizado por ele, vai continuar. Militares se colocaram ao lado do general e suspeitam que Carlos esteja de olho no cargo.

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“Conversamos hoje pela manhã com o senhor presidente que nos deu suporte a mantermos esse relacionamento com imprensa, a provermos mais cafés da manhã”, afirmou Rêgo Barros em pronunciamento breve, segundo Talita Fernandes,  da Folha. O café foi um dos pontos criticados por Carlos Bolsonaro em postagem nas rede sociais, atribuindo ao porta-voz a responsabilidade pelas últimas polêmicas do governo.

As tensões provocadas pelo vereador já resultaram em algumas baixas, como os ministros Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) e Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral).

As demissões de Bebianno e do general Santos Cruz são tomadas por militares como um roteiro que estaria sendo aplicado contra Rêgo Barros. “O general da reserva Paulo Chagas defendeu o porta-voz e diz que as críticas de Carlos são motivadas por interesses no posto. Rêgo Barros é preparado. Tudo o que ele está fazendo, faz com consentimento. Acho que Carlos quer assumir o papel de porta-voz. E Feliciano tem ciúme de quem tem prestígio com Bolsonaro”, declarou à coluna Painel, da Folha.


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