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21 de março de 2019, 07h47

STF identifica e grupo de trabalho vai às ruas caçar propagadores de fake news contra ministros

Deltan Dallagnol e Diogo Castor, da Lava Jato, estão entre os alvos da operação contra as postagens ofensivas aos ministros identificados pela investigação da corte. que lista ainda um guarda civil, de Indaiatuba, do interior de São Paulo, e um advogado

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Com seus ministros como mais novos alvos das fake news, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu início à caça a seus detratores virtuais. Reportagem de Thais Bilenky e Reynaldo Turollo Jr., publicada nesta quinta-feira (21) pela Folha de S. Paulo, mostra que, após a abertura de inquérito pelo presidente Dias Toffoli, no dia 14, suspeitos já foram identificados. Entre eles, um guarda civil, de Indaiatuba, do interior de São Paulo, e um advogado.

Além disso, uma equipe de trabalho vai às ruas, com expectativa de apreensão de computadores e de retirada de perfis de redes sociais.
Alexandre Moraes é o ministro relator do inquérito – uma resposta a ataques ofensivos, que acusam os membros da Suprema Côrte de favorecimento a impunidade e até de corrupção.

Deltan Dallagnol e Diogo Castor, da força-tarefa do Ministério Público Federal na Lava Jato, estão entre os alvos da operação contra as postagens ofensivas aos ministros.

Diante da reação de procuradores à abertura de inquérito – que já resultou na diminuição de ataques -, Alexandre de Moraes disse, na terça-feira (19), que “podem espernear à vontade”.

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