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22 de julho de 2019, 18h22

STF recebe solicitações para suspender Furna da Onça e caso de PM suspeito de ser miliciano

O ministro Dias Toffoli interrompeu compartilhamento pelo Coaf com MP e PF de informações financeiras e fiscais

Foto: Agência Brasil

Depois da decisão que interrompeu as investigações que se baseiam em dados sigilosos compartilhados pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu solicitações específicas para suspender dois processos no Rio de Janeiro: um, sobre a Operação Furna da Onça, que apura esquema de corrupção na Assembleia Legislativa, e outro a respeito de um policial militar reformado acusado de integrar a milícia.

Os casos estão sob responsabilidade do ministro Dias Toffoli, presidente do STF, que, na semana passada, resolveu suspender casos de repasse de informações por parte do Coaf, da Receita Federal e do Banco Central para o Ministério Público e para polícias.

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Não há previsão de prazo para julgamento dos pedidos, mas existe a possibilidade de que Toffoli não analise nenhum processo específico e deixe os casos para instâncias inferiores da Justiça.

Flávio Bolsonaro

O pedido para suspender a Operação Furna da Onça foi feito pelo ex-deputado Edson Albertassi, nesta segunda-feira (22).

A defesa diz que ocorreu compartilhamento detalhado de informações do Coaf com o MP, situação “idêntica” à do senador Flávio Bolsonaro, cujo pedido específico ao STF foi o objeto da decisão de Toffoli.

O outro pedido para suspensão de investigação chegou ao STF na última quarta-feira (17). É do policial militar reformado por invalidez Clayton Novaes, que responde ação penal por suspeita de integrar a milícia.


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