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18 de setembro de 2017, 10h00

Surge uma nova versão para a origem do termo “coxinha”

A internauta Eliana Melo enviou para a Fórum uma nova versão sobre a origem do termo “coxinha”. Dessa vez, ao invés de ter surgido a partir dos lanchinhos que a PM de São Paulo conseguia “gentilmente” nos botecos da cidade em troca de proteção, o apelido teria surgido em Belo Horizonte, em um episódio que ficou conhecido como "Escândalo da Coxinha". Vamos a ele.

A internauta Eliana Melo enviou para a Fórum uma nova versão sobre a origem do termo “coxinha”. Dessa vez, ao invés de ter surgido a partir dos lanchinhos que a PM de São Paulo conseguia “gentilmente” nos botecos da cidade em troca de proteção, o apelido teria surgido em Belo Horizonte, em um episódio que ficou conhecido como “Escândalo da Coxinha”. Vamos a ele.

Por Eliana Melo

O Escândalo da Coxinha

Revista Fórum, com todo respeito, esta informação é totalmente equivocada!!!! O termo “coxinha” associado às pessoas “coxinhas” surgiu em Belo Horizonte, no ano de 2012, em um episódio que ficou conhecido como “Escândalo da Coxinha”, até a Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%A9o_Burgu%C3%AAs) sabe.

Em Janeiro de 2012, o Jornal O Tempo divulgou que o vereador apresentou um gasto de R$ 62 mil com despesas entre 2009 e 2011 com lanches, como gasto da verba indenizatória – destinada a cobrir custos com o mandato. Os pagamentos foram realizados ao bufê da mulher de seu pai, “Trevo Salgados Congelados Ltda.”.

Para ilustrar o valor, a reportagem utilizou como referência os valores da coxinha no centro da capital mineira e em um bairro nobre: “Do total do valor pago em mais de dois anos pelo gabinete de Léo Burguês (foto montagem) para a empresa de sua madrasta, R$ 45 mil foram computados na rubrica “lanche”, o que dá uma média mensal de gastos de R$ 1.500. O valor seria suficiente para 3.000 coxinhas por mês. Na Casa da Serra, o cento desse salgado custa R$ 50, enquanto a média do preço no mercado é R$ 30.”

O caso, que não era originalmente relacionado a coxinhas, mas a despesas legalmente autorizadas para alimentação, repercutiu e o músico Flávio Henrique Alves, criou uma marchinha de Carnaval com o tema, intitulada “Na coxinha da madrasta”, para o “Concurso de Marchinhas Mestre Jonas”, que ESCOLHE O HIT DA (nada mais nada menos) Banda Mole, tradicional bloco carnavalesco de belo horizonte (viralizou!!).

A marchinha teve um grande sucesso, venceu o concurso e ganhou repercussão nacional durante o Carnaval. Na época eu estava participando de um trabalho de restauro na assembleia e acompanhei o caso de perto, porque virou uma piada! O deputado, para justificar os valores pagos, disse que as coxinhas eram de uma empresa gourmet e por isso, mais caras!!

Por esta razão o termo ficou relacionado à elite (no caso o Leo Burgues) e a sua visão elitista da vida (a tentativa de justificar os valores absurdos, pagos com dinheiro público (não é meu?? ohh!), com um: … “mas vale porque são de qualidade diferenciada”…) A marchinha foi, inclusive, alvo de processo por parte do Burgues (que nome hei?… he he he.)

Portanto, Revista Fórum, peço que publiquem a história verdadeira, como de fato aconteceu!!! Seguem os links para aprofundamento do assunto.

Foto montagem: Internet


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