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11 de junho de 2019, 13h18

Telegram diz não haver evidências que seu sistema tenha sido hackeado

Os diálogos vazados foram feitos no Telegram. O site diz que as mensagens foram repassadas por uma fonte

Foto: Reprodução

Ao comentar o caso de vazamento de mensagens envolvendo o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, e de integrantes da força-tarefa do MPF (Ministério Público Federal) na Operação Lava Jato no Paraná, o aplicativo de mensagens Telegram disse, nesta terça-feira (11), que não há evidências de que seu sistema tenha sido hackeado.

Os diálogos vazados foram feitos no Telegram. O site diz que as mensagens foram repassadas por uma fonte.

Um brasileiro perguntou no Twitter se o aplicativo foi hackeado. A conta do Telegram no microblog disse em inglês que “não há evidência de nenhuma invasão”. “É mais provável que tenha sido malware [um tipo de vírus] ou alguém que não esteja usando uma senha de verificação em duas etapas”.

Nesta terça, Moro usou sua página no Twitter e indicou acreditar que sua conta no Telegram havia sido hackeada. Ele disse que, “além de juízes e procuradores, jornalistas também tiveram celulares hackeados pelo mesmo grupo criminoso”.

Moro nega ter dado orientação a procuradores da Lava Jato e diz que o fato grave é a invasão criminosa de celulares. “Ali, basta ler o que se tem lá [para ver que não há orientação]… o fato grave é a invasão criminosa dos celulares dos procuradores. E está havendo muito sensacionalismo em torno dessas supostas mensagens.”

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A Lava Jato também declarou acreditar que mensagens tenham sido hackeadas. Com a invasão, teriam sido clonados aparelhos celulares e contas em aplicativos de comunicação instantânea, o que resultou no vazamento de mensagens trocadas entre procuradores. Em nota, a força-tarefa comentou que o “modo de agir agressivo, sorrateiro e dissimulado do criminoso é um dos pontos de atenção da investigação”.

Com informações do UOL

 


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