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29 de Maio de 2019, 22h27

#Tsunami30M: Hashtag ocupa topo dos assuntos mais comentados do Twitter

Com a expectativa de segunda grande manifestação contra os cortes na educação anunciados pelo governo Bolsonaro, tag #Tsunami30M ganha destaque no Twitter

Ato na escadaria da Faculdade de Direito da UFPR, onde bolsonaristas arrancaram cartaz em defesa da educação, no sábado | Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil

Às vésperas da segunda grande mobilização convocada pela União Nacional dos Estudantes (UNE) contra os cortes na educação, a hashtag #Tsunami30M ganhou as redes. Parlamentares, lideranças políticas e intelectuais usaram a tag para convocar para os atos.

Com a expectativa de mais um grande ato contra as medidas anunciadas pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, a tag #Tsunami30M tomou conta das redes sociais e atingiu o topo dos assuntos mais comentados do Twitter.

Clique aqui para saber onde e que horas serão os atos desta quinta-feira

A UNE usou sua conta para anunciar atos em mais de 150 cidades e mobilizar: “Dia 30 a gente vai mostrar o poder dos estudantes nas ruas, vai ser o país inteiro pela educação, venha somar forças com a gente nessa luta”.

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffman, usou a tag para criticar o governo. “Enquanto o governo Bolsonaro se recusa a cancelar os cortes no orçamento da Educação, estudantes, professores e trabalhadores voltarão a ocupar as ruas, nesta quinta-feira. É na rua que a gente se encontra!”, tuitou.

O deputado federal David Miranda (PSOL-RJ) também usou o Twitter para apoiar a manifestação: “As universidades públicas federais brasileiras, por meio dos pilares de ensino, pesquisa e extensão, constituem hoje o maior sistema de formação de recursos humanos, produção de conhecimento e desenvolvimento tecnológico . Balbúrdia é tirar dinheiro da educação”.

Manuela D’Ávila afirmou que com os cortes “o Brasil anda para trás”. Um país desenvolvido, soberano e socialmente justo só se constrói com investimento em educação e ciência. Enquanto o mundo entra na revolução 4.0, o Brasil anda para trás ao cortar os recursos de ciência e tecnologia”. 


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