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19 de dezembro de 2019, 09h21

Um dia antes da ação do MP, Flávio Bolsonaro anunciou verba para compra de fuzil para a polícia do Rio

Filho do presidente anunciou em suas redes a liberação de R$ 3 milhões para a compra de fuzis para a Polícia Civil do Rio

Flávio Bolsonaro - Reprodução
Nesta terça-feira (17), um dia antes do início da operação do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) que investiga a corrupção de ex-assessores no gabinete de Flávio Bolsonaro (RJ), o filho do presidente anunciou em suas redes sociais a liberação de R$ 3 milhões para a compra de fuzis M-16 para a polícia civil do Rio.
“Mais um recurso viabilizado junto ao Min. da Justiça e Seg. Pública para a Sec. de Polícia Civil do RJ. Serão em torno de mil unidades. A medida vai permitir a padronização do armamento, já que hoje são em grande parte provenientes de apreensões feitas por policiais em operações”, escreveu o senador.
Pouco tempo depois, agentes do MP-RJ passaram a cumprir mandados de busca e apreensão em endereços de ex-assessores de Flávio, como Evelyn Queiroz, filha de Fabrício Queiroz, uma das ex-funcionárias fantasmas do gabinete do então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que seria parte do esquema de “rachadinha”, comandado pelo pai.

Em Resende, no interior do Estado, agentes do MP também cumpriram mandados em endereços dos nove parentes de Ana Cristina Siqueira Valle, ex-esposa de Jair Bolsonaro, que foram lotados no gabinete de Flávio entre 2003 e 2018.

Na noite desta quarta-feira (18), após a deflagração da operação, o senador se reuniu com o pai no Palácio da Alvorada, encontro que estava fora de sua agenda oficial. Ambos, no entanto, se mantêm em silêncio sobre a investigação de corrupção, evitando conversas com a imprensa ou publicações nas redes sociais.

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