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20 de dezembro de 2019, 08h44

Usuário de chocolate não sabe dos crimes do fornecedor, ironiza juiz que defende legalização da maconha

Ironia de Luis Carlos Valois faz referência ao uso de uma loja da Kopenhagen por Flávio Bolsonaro para lavar dinheiro proveniente de esquemas de corrupção

Reprodução
O juiz Luís Carlos Valois, da Vara de Execução Penal do Tribunal de Justiça do Amazonas, usou as redes sociais nesta sexta-feira (20) para ironizar o uso de uma loja de chocolates da Kopenhagen pelo senador Flávio Bolsonaro para lavar dinheiro proveniente de esquemas de corrupção.
“Não adianta culpar o usuário de chocolate pelo consumo, ele não sabe sobre os crimes que estão por trás das atividades do seu fornecedor!”, escreveu o juiz em seu perfil no Twitter. “Usuário de chocolate é tudo va-ga-bun-do, ficam alimentando o crime. Se não tivesse consumidor de chocolate, não teria o vendedor e as lojas não lavariam dinheiro”, respondeu um seguidor, também em tom de ironia.
Investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) concluíram que o senador Flávio Bolsonaro lavou até R$ 2,3 milhões com uma loja de chocolates Kopenhagen no Via Parque Shopping, na Barra da Tijuca, e com transações imobiliárias. A origem do dinheiro, aponta a Promotoria, é o esquema de “rachadinhas” praticado no gabinete do então deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Confira:


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