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16 de julho de 2019, 06h41

Procuradores de outras forças-tarefas, que nunca cobraram por palestras, se irritaram com Dallagnol

A insatisfação dos membros do MPF com a cobrança feita por Deltan e pelos procuradores de Curitiba não é de hoje, mas a Vaza Jato reacendeu a questão

Foto: Arquivo/MPF

As palestras pagas de Deltan Dallagnol e o plano de criar uma empresa para geri-las causaram um enorme desconforto entre membros do MPF. Ao contrário dos procuradores de Curitiba, outros integrantes da Lava Jato pelo Brasil não cobravam por suas exposições.

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Segundo a coluna Painel, da Follha, esse sentimento não é de hoje. Desde quando Deltan e outros integrantes da operação na capital paranaense apareceram cobrando palestras pela primeira vez, muitos discordaram. A Vaza Jato apenas reacendeu a irritação.

Entre os que não lucravam para falar à público sobre a operação estão os membros do gabinete do ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, e procuradores da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Ainda segundo a coluna de Daniela Lima, mesmo descontentes, o corporativismo do MPF ainda é bem forte. Muitos diminuem a culpa de Dallagnol e dizem que ele era “bem-intencionado” e que dificilmente sobreviveria à Vaza Jato.


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