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26 de fevereiro de 2019, 13h48

Vélez diz que documento para escolas sobre Hino Nacional foi “erro” e “saiu de circulação”

Além da orientação relacionada à filmagem de crianças sem autorização dos pais, que é ilegal, o uso do slogan de campanha em um documento de governo pode caracterizar improbidade administrativa

Ricar
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, disse nesta terça-feira (26) que foi um “erro” pedir que crianças fossem filmadas nas escolas cantando o Hino Nacional, e, ainda, que fosse lida mensagem com o slogan “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, usado na campanha de Jair Bolsonaro.

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“Eu percebi o erro, tirei essa frase, tirei a frase correspondente a filmar crianças sem autorização dos pais. Evidentemente, se alguma coisa for publicada será dentro da lei, com autorização dos pais”, disse Vélez, ao chegar para audiência pública na Comissão de Educação do Senado.

Questionado insistentemente por jornalistas se uma nova orientação foi enviada às escolas, Vélez limitou-se a responder que [o documento] “saiu, saiu de circulação”.

Além da orientação relacionada à filmagem de crianças sem autorização dos pais, o uso do slogan de campanha em um documento de governo pode caracterizar improbidade administrativa.

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