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30 de maio de 2019, 14h10

Villa teria ultrapassado “limites que separam a crítica substantiva da adjetivação grosseira”, diz Jovem Pan

Em nota, a empresa diz ainda que o "Grupo Jovem Pan jamais cedeu a pressões de governantes e nunca transformou a liberdade de expressão em moeda de troca"

Foto: Reprodução

Sem citar o nome do comentarista Marco Antonio Villa, o Grupo Jovem Pan divulgou nota nesta quinta-feira (30) sobre “versões e rumores envolvendo um integrante do nosso quadro de profissionais”.

O documento dá a entender que Villa, que fez fama na rádio achincalhando Lula e políticos do PT até ser afastado na última terça-feira (27), teria ultrapassado os “limites” da emissora.

“O Grupo Jovem Pan entende que esse mesmo respeito ao público impõe aos seus comentaristas limites que separam a crítica substantiva da adjetivação grosseira. Quando tal barreira é ultrapassada, cabe à direção da empresa aplicar medidas que garantam a volta à normalidade”, relatou a emissora no último dos sete pontos em que tece comentários.

O grupo de comunicação ainda faz questão de ressaltar “que o atual governo federal não fez chegar ao Grupo Jovem Pan qualquer crítica ao desempenho dos nossos profissionais”.

Na terça-feira (28), Villa comentou sua saída emissora, dizendo que “não é moleque” e que seria “leviandade” dizer que foi demitido a mando de Jair Bolsonaro (PSL). “Seria leviandade da minha parte dizer que ele teve um dedo nessa história. Não posso dizer que ‘sim’, nem que ‘não’. Seria uma irresponsabilidade”.

Villa foi um dos principais disseminadores do ódio ao PT. Contudo, no governo Bolsonaro adotou uma postura crítica, o que desagrada a emissora.

A nota finaliza dizendo que o “Grupo Jovem Pan jamais cedeu a pressões de governantes e nunca transformou a liberdade de expressão em moeda de troca”.

Leia a íntegra da nota


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