Viúva da ditadura, Augusto Nunes nutre sua covardia na ideologia covarde de Bolsonaro

Augusto Nunes é covarde como Bolsonaro e toda sua trupe, que busca na força - de preferência armada - "argumentos" que não têm para debater de forma humana e civilizada quaisquer assuntos que afrontem suas posições extremistas e odientas

Augusto Nunes sempre foi um covarde. “Carreirista”, como se diz no jargão jornalístico, toda a vida praticou o peleguismo, radicalizando posicionamentos dos patrões nos veículos por onde passou em busca de benesses na profissão.

Durante a Ditadura Militar também serviu de capacho para a limpeza dos pés e das barras dos agentes de repressão na redação da revista Veja.

E Nunes jazia na trôpega Veja antes de ser ressuscitado pelo culto a Jair Bolsonaro, assim como ele, viúva saudosa dos tempos da Ditadura.

Viu na adulação ao capitão uma forma de dar vazão a todo preconceito e ódio que reprimia desde os tempos em que os militares voltaram para a caserna.

Durante as eleições, Bolsonaro conseguiu que o ódio que carrega reverbera-se e dividisse mesmo as famílias – e não são poucas as que continuam divididas. Um ódio que transbordou e deixou toda a sociedade em fragmentos.

A agressão a Glenn Greenwald foi apenas a manifestação física da covardia que Augusto Nunes revela escondido seja atrás de ditadores ou das telas nas redes sociais.

Augusto Nunes é covarde como Bolsonaro e toda sua trupe, que busca na força – de preferência armada – “argumentos” que não têm para debater de forma humana e civilizada quaisquer assuntos que afrontem suas posições extremistas e odientas.

Augusto Nunes é covarde, sim! Assim como é covarde Bolsonaro e todos aqueles que compartilham da sua covarde ideologia.

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Plinio Teodoro

Jornalista, editor de Política da Fórum, especialista em comunicação e relações humanas.

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