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21 de junho de 2018, 17h28

Políticos e intelectuais argentinos lançam manifesto de apoio a Lula

“Acreditamos que um processo eleitoral que o exclua põe em dúvida as instituições democráticas do Brasil, com suas implicações para a estabilidade política no país e na região”, diz o documento

Foto: Ricardo Stuckert
Com iniciativa do ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, um grupo de dezenas de líderes políticos, intelectuais, dirigentes de movimentos sociais e autoridades argentinas divulgaram um manifesto, no qual pede a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em prisão política há 76 dias em Curitiba. O documento critica a “privação injusta de liberdade com base em decisões judiciais questionados e rejeitadas pelos principais juristas a nível nacional e internacional com a aparente falta de imparcialidade, a falta de garantias do devido processo e com base no julgamento preconcebido e sem testes”. “Acreditamos que...

Com iniciativa do ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel, um grupo de dezenas de líderes políticos, intelectuais, dirigentes de movimentos sociais e autoridades argentinas divulgaram um manifesto, no qual pede a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que está em prisão política há 76 dias em Curitiba.

O documento critica a “privação injusta de liberdade com base em decisões judiciais questionados e rejeitadas pelos principais juristas a nível nacional e internacional com a aparente falta de imparcialidade, a falta de garantias do devido processo e com base no julgamento preconcebido e sem testes”.

“Acreditamos que um processo eleitoral que o exclua põe em dúvida as instituições democráticas do Brasil, com suas implicações para a estabilidade política no país e na região e afetam a possibilidade do povo brasileiro poder expressar livremente a sua vontade”, diz o manifesto.

Acompanhe na íntegra:

Respaldo a Ignacio Lula da Silva

 Manifestamos nuestro respaldo a Luis Ignacio “LULA” Da Silva, reconociendo su derecho a ser elegido libremente y rechazamos todos los intentos de impedir su candidatura en las próximas elecciones para evitar que vuelva a la Presidencia de su país como pronostican todas las encuestas.

Reconocemos el esfuerzo realizado durante sus dos mandatos presidenciales para combatir la pobreza, las desigualdades sociales, promover y defender los derechos humanos, profundizar la democracia y ser un impulsor consecuente de los procesos de integración en América latina y el Caribe.

La injusta privación de su libertad basada en decisiones judiciales cuestionadas y que han sido rechazada por importantes juristas a nivel nacional e internacional por la evidente falta de imparcialidad, por la falta de garantías en el debido proceso y por un enjuiciamiento basado en preconceptos y carente de pruebas.

Lula debe ser candidato porque no ha cometido ningún delito. La ratificación de su condena y la intención de proscribirlo son la continuación del golpe parlamentario perpetrado contra la ex Presidenta Dilma Rousseff

Nos solidarizamos con el compañero Luiz Inácio Lula Da Silva ante la embestida judicial y mediática de la que es víctima. Consideramos que un proceso electoral que lo excluya pone en cuestión la institucionalidad democrática de Brasil, con lo que implica para la estabilidad política del país y de la región y afectara la posibilidad de que el pueblo brasilero pueda expresar libremente su voluntad.

Adolfo Pérez Esquivel (Premio Nobel de la Paz), Hugo Yasky (Secretario General de la CTA y Diputado Nacional), Jorge Taiana (Diputado del Parlasur y ex Canciller de la Republica Argentina) Hugo Moyano (Secretario General de Camioneros), Alberto Rodriguez Saá (Gobernador de San Luis), Felipe Solá (Diputado Nacional), Sergio Palazo (Secretario General de la Bancaria), Jose Luis Gioja (Presidentente del Partido Justicialista y Diputado Nacional), Maximo Kirchner (Diputado Nacional), Carlos Tomada (Presidente de Bloque del FPV Legislatura Porteña), Jorge Capitanich (Intendente de Resistencia Chaco) , Juan Carlos Schmid (Secretario General de la CGT), Roberto Baradel (Secretario de Relaciones Internacionales de la CTA), Oscar Laborde (Diputado del Parlasur), Pablo Moyano (Secretario Adjunto de Camioneros), Gustavo Menéndez (Presidente del Partido Justicialista Provincia de Buenos Aires), Victor Santamaría (Secretario General de SUTERH y Diputado del Parlasur), Nicolas Trotta (Rector UMET), Domingo Peppo (Gobernador del Chaco), Eduardo Valdés (Diputado del Parlasur), Pedro Wasiejko (Secretario Adjunto CTA Referente EP), Sonia Alleso (Secretaria General de CTERA), Omar Plaini (Secretario General Canillitas), Quito Aragón (Secretario de Relaciones Internacionales Martín Fierro), Marcelo Brignone (Presidente Fundación Encuentro por la Ciudadanía Social).

Veja também:  TRF-4 nega pedido da defesa de Lula e mantém Thompson Flores no caso do sítio de Atibaia

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