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05 de julho de 2019, 19h18

Porteiro acusado de matar ex-aluno da PUC ganha liberdade provisória

Porteiro teria dado uma facada em um ex-aluno, dentro do campus, após discussão envolvendo o uso do banheiro

Foto: Reprodução/Google Street View
O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu nesta sexta-feira (5) a liberdade provisória a José Domingo Diniz para que responda o processo em liberdade, mas com restrições. O porteiro foi acusado de matar um ex-aluno da PUC (Pontifícia Universidade Católica). Inscreva-se no nosso Canal do YouTube, ative o sininho e passe a assistir ao nosso conteúdo exclusivo Segundo as restrições impostas pelo tribunal, Diniz deverá comparecer mensalmente à Justiça para informar e justificar suas atividades, além de manter seu endereço atualizado e estar proibido de se ausentar da cidade por mais de oito dias, a não ser que conte...

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu nesta sexta-feira (5) a liberdade provisória a José Domingo Diniz para que responda o processo em liberdade, mas com restrições. O porteiro foi acusado de matar um ex-aluno da PUC (Pontifícia Universidade Católica).

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Segundo as restrições impostas pelo tribunal, Diniz deverá comparecer mensalmente à Justiça para informar e justificar suas atividades, além de manter seu endereço atualizado e estar proibido de se ausentar da cidade por mais de oito dias, a não ser que conte com autorização judicial prévia para tal. Caso não respeite alguma das normas, poderá ter o benefício da liberdade condicional revogado.

O crime ocorreu nesta quinta-feira (4), dentro do campus Consolação, no centro da capital paulista, por volta do final da tarde. Diniz esfaqueou o ex-aluno da PUC, Bruno da Silva Araújo, após um desentendimento dentro de um banheiro da universidade.

As testemunhas do caso contaram à imprensa que Araújo tentou entrar na faculdade para usar o banheiro, e que foi impedido pelo porteiro. Logo, usou uma barra de ferro para invadir o local e agredir o funcionário. Segundo relatado pelo porteiro à polícia, a vítima o provocou com comentários sobre um suposto mau cheiro no banheiro. Ainda dentro desse mesmo testemunho do autor, ele teria reagido usando uma faca que trazia, e que usava para cortar frutas.

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