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10 de maio de 2016, 13h57

Possível ministro de Temer diz que protestos contra o impeachment em SP foram “atos de guerrilha”

“Eu não diria que foram manifestações. Foram atos que não configuram uma manifestação porque não tinham nada a pleitear”, disse Alexandre de Moraes, secretário de Segurança Pública de São Paulo Por Redação O secretário de Segurança de São Paulo, Alexandre de Moraes, afirmou em evento no Comando-Geral da Polícia Militar nesta terça-feira (10) que as manifestações contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff ocorridos no estado pela manhã de hoje foram “atos de guerrilha”. “Eu não diria que foram manifestações. Foram atos que não configuram uma manifestação porque não tinham nada a pleitear. Tinham, sim, a atrapalhar a cidade. Eles agiram como...

“Eu não diria que foram manifestações. Foram atos que não configuram uma manifestação porque não tinham nada a pleitear”, disse Alexandre de Moraes, secretário de Segurança Pública de São Paulo

Por Redação

O secretário de Segurança de São Paulo, Alexandre de Moraes, afirmou em evento no Comando-Geral da Polícia Militar nesta terça-feira (10) que as manifestações contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff ocorridos no estado pela manhã de hoje foram “atos de guerrilha”.

“Eu não diria que foram manifestações. Foram atos que não configuram uma manifestação porque não tinham nada a pleitear. Tinham, sim, a atrapalhar a cidade. Eles agiram como atos de guerrilha”, disse o secretário, que é cotado para ocupar o Ministério da Justiça em um eventual governo Temer.

Manifestações contra o impedimento da presidenta Dilma ocorreram e ainda acontecem em diversas partes do país. Em São Paulo, ao menos sete vias de grande movimentação de veículos foram ocupadas na parte da manhã por manifestantes. Fizeram parte dos atos integrantes de movimentos sociais organizados pela Frente Brasil Popular, que deram início aos protestos por volta das 6h.

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Foto de capa: A2img / Edson Lopes Jr.

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