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22 de agosto de 2017, 14h33

Prestes a delatar tucanos em obras do metrô, Cesar Mata Pires morre de infarto

César seria um dos delatores da OAS a relatar pagamentos de propina e caixa dois em obras do governo do Estado de São Paulo, como linhas do Metrô e Rodoanel.

César seria um dos delatores da OAS a relatar pagamentos de propina e caixa dois em obras do governo do Estado de São Paulo, como linhas do Metrô e Rodoanel. Da Redação* O maior acionista da OAS, Cesar Mata Pires, morreu nesta terça-feira, 22, em São Paulo. O empresário foi vítima de um infarto fulminante. Ele estava caminhando pelo bairro do Pacaembu, na capital paulista, quando sofreu o infarto. O empresário é um dos fundadores da OAS. César seria um dos delatores da OAS a relatar pagamentos de propina e caixa dois em obras do governo do Estado de São Paulo,...

César seria um dos delatores da OAS a relatar pagamentos de propina e caixa dois em obras do governo do Estado de São Paulo, como linhas do Metrô e Rodoanel.

Da Redação*

O maior acionista da OAS, Cesar Mata Pires, morreu nesta terça-feira, 22, em São Paulo. O empresário foi vítima de um infarto fulminante.

Ele estava caminhando pelo bairro do Pacaembu, na capital paulista, quando sofreu o infarto.

O empresário é um dos fundadores da OAS.

César seria um dos delatores da OAS a relatar pagamentos de propina e caixa dois em obras do governo do Estado de São Paulo, como linhas do Metrô e Rodoanel. Entre os muitos citados em sua delação estariam o senador Aécio Neves (PSDB-MG), governadores, deputados, senadores e ministros do Superior Tribunal de Justiça.

A empreiteira, segundo seu próprio site, foi criada em 1976, na Bahia, com atuação no setor de engenharia e infraestrutura. “Hoje, é um conglomerado multinacional brasileiro, de capital privado, que reúne empresas presentes em território nacional e em mais de 20 países.”

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*Com informações do Estadão Conteúdo

Foto: Commons

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