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04 de fevereiro de 2017, 15h36

Procurador de MG será investigado por frase “morre logo, peste” sobre Marisa Letícia

Rômulo Paiva Filho fez postagens agressivas desejando a morte da ex-primeira dama. Sua conta no Facebook foi extinta. Não foi a primeira vez que ele fez publicações com mensagens de ódio

Rômulo Paiva Filho fez postagens agressivas desejando a morte da ex-primeira dama. Sua conta no Facebook foi extinta. Não foi a primeira vez que ele fez publicações com mensagens de ódio Da Redação, com informações do G1 A Corregedoria-Geral do Ministério Público de Minas Gerais abriu uma investigação sobre a conduta do procurador de Justiça do estado, Rômulo Paiva Filho, que publicou a seguinte postagem sobre Marisa Letícia: “Morre logo, peste! Quero abrir logo o meu champagne!”. O órgão informou ainda que tomará as providências cabíveis. Marisa Letícia Lula da Silva estava internada no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, desde...

Rômulo Paiva Filho fez postagens agressivas desejando a morte da ex-primeira dama. Sua conta no Facebook foi extinta. Não foi a primeira vez que ele fez publicações com mensagens de ódio

Da Redação, com informações do G1

A Corregedoria-Geral do Ministério Público de Minas Gerais abriu uma investigação sobre a conduta do procurador de Justiça do estado, Rômulo Paiva Filho, que publicou a seguinte postagem sobre Marisa Letícia: “Morre logo, peste! Quero abrir logo o meu champagne!”. O órgão informou ainda que tomará as providências cabíveis.

Marisa Letícia Lula da Silva estava internada no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo, desde o dia 24 de janeiro, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Ela faleceu nesta sexta-feira (3).

Esta não foi a primeira mensagem de ódio do procurador. No dia 5 de agosto de 2016, Paiva publicou na internet: “Quem vai acender a pira olímpica? Eu sugiro dar um banho de gasolina na Dilma, tacar fogo com a tocha e mandar ela correr em direção à pira. Que tal?”.

Veja também:  Senador Weverton Rocha confronta Moro em audiência: Por que agora provas ilícitas não valem?

O procurador extinguiu sua conta na rede social. Segundo informou o G1, ele está no Ministério Público de Minas Gerais desde 1989.

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