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27 de fevereiro de 2019, 18h20

Procurador envia à PGR suspeitas de improbidade e peculato contra Bolsonaro

A suspeita é de que Nathália Queiroz, filha de Fabrício Queiroz, teria sido funcionária “fantasma”, quando Bolsonaro era deputado federal

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Carlos Henrique Martins Lima, procurador da República do Distrito Federal, encaminhou à Procuradoria-Geral da República representações que indicam suspeita de crime de peculato e de improbidade administrativa contra Jair Bolsonaro (PSL). A representação está baseada na suspeita de que Nathália Queiroz, filha de Fabrício Queiroz e ex-assessora parlamentar de Bolsonaro, então deputado federal, entre 2007 e 2016, tinha registro de frequência integral no gabinete da Câmara dos Deputados. No entanto, ao mesmo tempo trabalhava em horário comercial como personal trainer no Rio de Janeiro. A suspeita é de que ela seria uma funcionária “fantasma”, recendo salários sem trabalhar. Conforme Martins...

Carlos Henrique Martins Lima, procurador da República do Distrito Federal, encaminhou à Procuradoria-Geral da República representações que indicam suspeita de crime de peculato e de improbidade administrativa contra Jair Bolsonaro (PSL).

A representação está baseada na suspeita de que Nathália Queiroz, filha de Fabrício Queiroz e ex-assessora parlamentar de Bolsonaro, então deputado federal, entre 2007 e 2016, tinha registro de frequência integral no gabinete da Câmara dos Deputados. No entanto, ao mesmo tempo trabalhava em horário comercial como personal trainer no Rio de Janeiro.

A suspeita é de que ela seria uma funcionária “fantasma”, recendo salários sem trabalhar.

Conforme Martins Lima, o caso pode ou não ser investigado, pois caberá à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, decidir se pede ou não abertura de inquérito contra Jair Bolsonaro.

Sem impedimento

“Tem-se, portanto, que nada impede que o Presidente da República seja investigado e responsabilizado na esfera cível e, na esfera penal, veja a investigação por tais atos ter regular andamento, entendimento partilhado pela atual Procuradora-Geral da República. A imunidade restringe-se à ação penal e respectiva responsabilização por atos estranhos ao seu exercício, no curso do mandato”, declarou o procurador.

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Com informações do G1

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