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28 de novembro de 2018, 10h01

“Quando o PT escalava terrorista, ninguém falava nada”, diz Bolsonaro sobre militares no seu governo

Nesta segunda-feira, ele indicou o quinto militar como ministro de governo, o ex-diretor do DNIT Tarcísio de Freitas para o ministério da Infraestrutura

Foto: Reprodução Band
Ao ser questionado se ainda pretende colocar mais militares no seu governo, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, respondeu: “É possível. Quando o PT escalava terrorista, ninguém falava nada”, disse. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais Nesta segunda-feira (27), ele indicou o quinto militar como ministro de governo, o ex-diretor do DNIT Tarcísio de Freitas para o ministério da Infraestrutura. Ele, que atualmente é coordenador do PPI (Programa de Parcerias e Investimentos), já foi engenheiro do Exército, instituição que deixou quando era capitão. Os outros militares no governo até o momento são o...

Ao ser questionado se ainda pretende colocar mais militares no seu governo, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, respondeu:

“É possível. Quando o PT escalava terrorista, ninguém falava nada”, disse.

Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

Nesta segunda-feira (27), ele indicou o quinto militar como ministro de governo, o ex-diretor do DNIT Tarcísio de Freitas para o ministério da Infraestrutura. Ele, que atualmente é coordenador do PPI (Programa de Parcerias e Investimentos), já foi engenheiro do Exército, instituição que deixou quando era capitão.

Os outros militares no governo até o momento são o seu vice, o general da reserva Hamilton Mourão, Augusto Heleno, para o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e Carlos Alberto dos Santos Cruz, como chefe da Secretaria de Governo.

Além deles, Bolsonaro escolheu ainda o astronauta Marcos Pontes para a pasta de Ciência e Tecnologia, que é tenente-coronel da Aeronáutica. Para a Defesa, que seria inicialmente ocupada por Heleno, ele indicou o general da reserva Fernando Azevedo e Silva.

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Santos Cruz vai compartilhar com o futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o trabalho de fazer a interlocução do Executivo com o Congresso.

Com informações da Folha

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