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28 de setembro de 2018, 17h53

Raquel Dodge diz que não irá recorrer de decisão que liberou entrevista de Lula

Em comunicado, procuradora-geral da República afirmou que tomou essa decisão “em respeito à liberdade de imprensa”

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Raquel Dodge, procuradora-geral da República, divulgou um comunicado, nesta sexta-feira (28), no qual anuncia que não irá recorrer da determinação de Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou o ex-presidente Lula a dar conceder entrevista à Folha de S.Paulo e ao jornalista Florestan Fernandes Júnior. Na mensagem, Dodge destaca que tomou a decisão “em respeito à liberdade de imprensa”. Lewandowski afirma, em seu despacho, que a decisão da Justiça de Curitiba “viola frontalmente o que foi decidido na ADPF 130. A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, analisada pelo STF, garantiu plena liberdade de...

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Raquel Dodge, procuradora-geral da República, divulgou um comunicado, nesta sexta-feira (28), no qual anuncia que não irá recorrer da determinação de Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou o ex-presidente Lula a dar conceder entrevista à Folha de S.Paulo e ao jornalista Florestan Fernandes Júnior. Na mensagem, Dodge destaca que tomou a decisão “em respeito à liberdade de imprensa”.

Lewandowski afirma, em seu despacho, que a decisão da Justiça de Curitiba “viola frontalmente o que foi decidido na ADPF 130. A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, analisada pelo STF, garantiu plena liberdade de imprensa como categoria jurídica proibitiva de qualquer tipo de censura prévia. Ressalto, ainda, que não raro, diversos meios de comunicação entrevistam presos por todo o país, sem que isso acarrete problemas maiores ao sistema carcerário”, ressalta.

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