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19 de outubro de 2018, 21h51

Raquel Dodge pede para que PF investigue empresas que espalharam notícias falsas

A procuradora-geral diz que as informações que foram publicadas no jornal Folha de S.Paulo e em outros veículos fizeram com que fosse aberto um procedimento para apuração

Foto: Agência Brasil
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu para que a Polícia Federal instaure um inquérito para investigar se empresas têm espalhado mensagens com notícias falsas em redes sociais sobre os candidatos Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL). Foi enviado um ofício nesta sexta-feira (19) ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. No pedido, a procuradora-geral diz que as informações que foram publicadas no jornal Folha de S.Paulo e em outros veículos fizeram com que fosse aberto um procedimento para apuração. No documento, ela afirma que a situação exige apuração no âmbito criminal. Para Dodge, o uso de redes sociais...

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu para que a Polícia Federal instaure um inquérito para investigar se empresas têm espalhado mensagens com notícias falsas em redes sociais sobre os candidatos Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

Foi enviado um ofício nesta sexta-feira (19) ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann. No pedido, a procuradora-geral diz que as informações que foram publicadas no jornal Folha de S.Paulo e em outros veículos fizeram com que fosse aberto um procedimento para apuração.

No documento, ela afirma que a situação exige apuração no âmbito criminal. Para Dodge, o uso de redes sociais para espalhar mentiras ou ofensas à honra dos candidatos pode interferir na opinião dos eleitores sobre eles.

Para ela, o uso de recursos tecnológicos para propagar informações falsas ou ofensivas à honra e à imagem dos dois candidatos pode interferir na opinião de eleitores. Esse fato “afronta a integridade das eleições e é uma nova realidade mundial que exige investigação com a utilização de um corpo pericial altamente gabaritado e equipamentos adequados para se identificar a autoria e materializar a ocorrência desse novo formato de crime”.

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Com informações do Jornal do Brasil

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