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13 de fevereiro de 2020, 16h49

“Quanto mais pobre, mais eu odeio”: personagem de Chico Anysio já previa elitismo de Paulo Guedes

A aversão a pobres demonstrada por Paulo Guedes em sua fala sobre empregadas domésticas já era motivo de sátira através de um personagem político de Chico Anysio na década de 90; assista

Reprodução

A vida imita a arte ou a arte imita a vida? A declaração de Paulo Guedes, desta quarta-feira (13), em que se queixou do tempo em que as empregadas domésticas podiam viajar para a Disneylândia, demonstrou um elitismo e um preconceito de classe por parte de políticos e empresários que já foi motivo de sátira por parte de personagens da ficção.

Para além do Marco Gracco, de Marcelo Adnet, que reclamava do fato de que “agora pobre voa”, ou do Caco Antibes, de Miguel Falabella, que repetia à exaustão que odeia pobre, a fala de Guedes poderia ter sido reproduzida, ainda nos anos 90, pelo personagem Justo Veríssimo, do mestre do humor Chico Anysio.

Internautas resgataram nesta quinta-feira (13) um vídeo do político “sincero” da ficção com o intuito de estabelecer um comparativo com a declaração do ministro da Economia.

“Quanto mais pobre, mais eu odeio. Quanto mais pobre, eu quero que se exploda!”, dizia Justo Veríssimo. “Eu adoro dinheiro”, exclamava.

Alguma semelhança com a realidade? Assista.


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