Suplente de Flávio Bolsonaro toma as dores do filho que foi agredido no Pânico por bolsonarista

Paulo Marinho diz que o filho “foi agredido covardemente por um bolsominion com 20 anos a mais do que ele”; reveja o vídeo aqui

Paulo Marinho,  presidente do PSDB do Rio de Janeiro e suplente do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), resolveu tomar as dores do seu filho, o apresentador do Pânico, André Marinho, que foi agredido pelo empresário bolsonarista Tomé Abduch, na edição desta terça-feira (11), do programa Pânico, da rádio Jovem Pan.

De acordo com ele, o filho “foi agredido covardemente por um bolsominion com 20 anos a mais do que ele. Este senhor, estava acompanhado por um segurança armado, que lhe deu um mata leão e lhe mostrou sua arma”. Reveja o vídeo abaixo:

Paulo Marinho disse ainda: “são cenas lamentáveis como essa que nós que prezamos a democracia e a convivência civilizada dos contrários, devemos repudiar”.

“Eu e minha mulher, demos aos nossos filhos uma educação rigorosa no sentido de respeitar as pessoas, suas diferenças e jamais usar da violência para fazer valer suas opiniões”, diz o político.

Ao final, Paulo Marinho diz ter orgulho do filho: “Filho, aquela criança que nasceu e cresceu numa família cercado de amor e respeito, hoje se transformou nesse homem que nós tanto nos orgulhamos. Continue assim André, defendendo suas posições mas sem perder a ternura jamais! Beijo amoroso do seu pai”.

Furna da Onça

Paulo Marinho cedeu sua casa no Rio de Janeiro para a estrutura de campanha do então deputado federal e ex-aliado Jair Bolsonaro. Em maio de 2020, o empresário revelou ter ouvido de Flávio que ele soube com antecedência que a Operação Furna da Onça, que atingiu Queiroz, seria deflagrada.

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Julinho Bittencourt

Jornalista, editor de Cultura da Fórum, cantor, compositor e violeiro com vários discos gravados, torcedor do Peixe, autor de peças e trilhas de teatro, ateu e devoto de São Gonçalo - o santo violeiro.