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04 de abril de 2019, 06h45

Revisão da Ditadura nos livros didáticos seria tentativa desesperada de Vélez de se manter no cargo

Ex-membros da equipe de Ricardo Vélez-Rodriguez no Ministério da Educação classificaram o anúncio do revisionismo histórico da Ditadura nos livros didáticos como uma tentativa desesperada do ministro para se manter no posto

Ricardo Vélez-Rodriguez (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasi)l
Coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição desta quinta-feira (4) da Folha de S.Paulo, informa que ex-membros da equipe de Ricardo Vélez-Rodriguez no Ministério da Educação classificaram o anúncio do revisionismo histórico da Ditadura nos livros didáticos como uma tentativa desesperada do ministro para se manter no posto. Em entrevista ao site do Valor divulgada nesta quarta-feira (3), o colombiano nega que houve um golpe e uma ditadura no Brasil e afirma que haverá uma mudança progressiva nos livros didáticos sobre os eventos que reconhecidos e condenados no mundo inteiro. “Haverá mudanças progressivas (nos livros didáticos) na medida em...

Coluna Painel, da jornalista Daniela Lima, na edição desta quinta-feira (4) da Folha de S.Paulo, informa que ex-membros da equipe de Ricardo Vélez-Rodriguez no Ministério da Educação classificaram o anúncio do revisionismo histórico da Ditadura nos livros didáticos como uma tentativa desesperada do ministro para se manter no posto.

Em entrevista ao site do Valor divulgada nesta quarta-feira (3), o colombiano nega que houve um golpe e uma ditadura no Brasil e afirma que haverá uma mudança progressiva nos livros didáticos sobre os eventos que reconhecidos e condenados no mundo inteiro.

“Haverá mudanças progressivas (nos livros didáticos) na medida em que seja resgatada uma versão da história mais ampla”, afirmou.

Aliado de Olavo de Carvalho, responsável por sua nomeação, Vélez-Rodriguez entrou em atrito com o braço militar do governo e sofre um processo de fritura por Jair Bolsonaro (PSL) no cargo.

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