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19 de setembro de 2013, 09h26

Nem mocinhos, nem bandidos

Em nossa última edição, contamos a história de Daniel Eustáquio de Oliveira, pai de César Dias de Oliveira, morto por uma ação policial que, de acordo com a versão da polícia militar paulista, seria um caso de “resistência seguida de morte”. Graças a uma investigação feita por Eustáquio, a farsa foi desmontada, e hoje os policiais suspeitos de terem praticado o crime aguardam julgamento.

A matéria abaixo faz parte da edição 119 de Fórum, compre aqui.

Em nossa última edição, contamos a história de Daniel Eustáquio de Oliveira, pai de César Dias de Oliveira, morto por uma ação policial que, de acordo com a versão da polícia militar paulista, seria um caso de “resistência seguida de morte”. Graças a uma investigação feita por Eustáquio, a farsa foi desmontada, e hoje os policiais suspeitos de terem praticado o crime aguardam julgamento.

Depois, ainda no mês de janeiro, o caso teve sua repercussão ampliada em função de uma reportagem exibida no programa dominical Fantástico. Mas o debate sobre como estancar uma onda de violência que envolve não somente o crime organizado, mas também parte do poder estatal que deveria se responsabilizar pela segurança pública, segue em aberto. O primeiro programa da TV Fórum, transmitido pela internet e feito em parceria com o Fora do Eixo na Pós-TV, discutiu a questão, e outras duas matérias desta edição tratam do tema.

Não é um assunto trivial, dado que, em situações nas quais impera a insegurança, parte da sociedade passa a pedir e a apoiar ações extremas, que, em geral, resultam na violação de direitos de segmentos já excluídos. Assim, tanto em nossa edição impressa quanto na página eletrônica daremos sequência a uma discussão que precisa ser feita de uma forma mais aberta e qualificada.

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A capa do mês é uma entrevista com Elza Soares, uma artista que sempre primou pela ousadia e vontade de inovar, sem deixar de enfrentar uma série de obstáculos durante sua vida pessoal e em sua carreira. Sofreu parte dos preconceitos que muitos brasileiros, e principalmente brasileiras, sofrem no cotidiano. Sua trajetória remete a um Brasil que mudou, mas que ainda guarda dentro de si as sementes de intolerância que teimam em crescer.


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