Imprensa livre e independente
26 de dezembro de 2014, 13h07

RJ: PM vai combater casos de homofobia no réveillon

Oito cidades do Rio de Janeiro vão contar com policiamento diferenciado em pontos de grande concentração, em eventos LGBT e locais com histórico de ataques homofóbicos

Oito cidades do Rio de Janeiro vão contar com policiamento diferenciado em pontos de grande concentração, em eventos LGBT e locais com histórico de ataques homofóbicos Por Redação As secretarias de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) e de Segurança fecharam uma parceria para garantir mais segurança a população LGBT durante as festividades de réveillon. De acordo com informe oficial do governo do Rio de Janeiro, haverá “policiamento preventivo e diferenciado voltado para a população LGBT durante as comemorações do ano novo em oito cidades do estado”. O policiamento terá ênfase ao público LGBT e ocorrerá em pontos...

Oito cidades do Rio de Janeiro vão contar com policiamento diferenciado em pontos de grande concentração, em eventos LGBT e locais com histórico de ataques homofóbicos

Por Redação

As secretarias de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) e de Segurança fecharam uma parceria para garantir mais segurança a população LGBT durante as festividades de réveillon.

De acordo com informe oficial do governo do Rio de Janeiro, haverá “policiamento preventivo e diferenciado voltado para a população LGBT durante as comemorações do ano novo em oito cidades do estado”.

O policiamento terá ênfase ao público LGBT e ocorrerá em pontos onde há grande concentração de pessoas, tais como a Praia de Copacabana, festas LGBT e locais com histórico de agressão homofóbica.

“É a primeira vez que vamos ter esse policiamento diferenciado no Réveillon, a exemplo do que já temos no Carnaval, há 6 anos. Com essa iniciativa, queremos dar mais segurança para a população LGBT do nosso estado, bem como dos turistas que virão passar o ano novo por aqui e que nessas épocas de grande aglomeração acabam ficando mais vulneráveis a ataques homofóbicos”, explica Cláudio Nascimento, superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos e coordenador do programa Rio Sem Homofobia.

Veja também:  Após denúncia da Vaza Jato, empresa recebe críticas e fecha vagas para palestra de Deltan Dallagnol

Foto: WikkiCommons

 

Você pode fazer o jornalismo da Fórum ser cada vez melhor

A Fórum nunca foi tão lida como atualmente. Ao mesmo tempo nunca publicou tanto conteúdo original e trabalhou com tantos colaboradores e colunistas. Ou seja, nossos recordes mensais de audiência são frutos de um enorme esforço para fazer um jornalismo posicionado a favor dos direitos, da democracia e dos movimentos sociais, mas que não seja panfletário e de baixa qualidade. Prezamos nossa credibilidade. Mesmo com todo esse sucesso não estamos satisfeitos.

Queremos melhorar nossa qualidade editorial e alcançar cada vez mais gente. Para isso precisamos de um número maior de sócios, que é a forma que encontramos para bancar parte do nosso projeto. Sócios já recebem uma newsletter exclusiva todas as manhãs e em julho terão uma área exclusiva.

Fique sócio e faça parte desta caminhada para que ela se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie a Fórum