SUPERALIMENTO

Kiwi melhora digestão, fortalece imunidade e pode até ajudar na qualidade do sono

Pesquisadores destacam que a fruta reúne fibras, enzimas e micronutrientes que atuam em diferentes funções do organismo

Rico em vitamina C e actinidina, o kiwi ganha espaço como aliado da digestão e da imunidade.Créditos: Pexels/As Photography
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Por muito tempo tratado como uma fruta exótica, o kiwi ganhou espaço na pesquisa científica por reunir benefícios comprovados para a saúde. Rico em vitamina C, fibras e potássio, melhora o funcionamento do intestino, fortalece o sistema imunológico e pode até ajudar a reduzir a pressão arterial quando consumido regularmente.

Estudos mostram que 100 g de kiwi fornecem mais de 58 mg de vitamina C e cerca de 2 g de fibras, combinação que explica seus efeitos mais consolidados: a melhora da constipação e da síndrome do intestino irritável. As fibras aumentam o volume das fezes e aceleram o trânsito intestinal, enquanto a enzima actinidina facilita a digestão de proteínas. Há ainda indícios de ação prebiótica.

A fruta também se destaca na imunidade. Em idosos, o consumo diário de kiwi dourado reduziu a gravidade de infecções respiratórias, resultado do aumento dos níveis plasmáticos de vitamina C. Pesquisas preliminares sugerem ainda que comer dois kiwis antes de dormir pode ajudar a adormecer mais rápido e melhorar o tempo total de sono.

Recomenda-se o consumo do kiwi cru e inteiro, de preferência o verde, no caso de constipação, já que o processamento reduz fibras e o calor inativa a actinidina. A casca, embora pouco consumida, é comestível e rica em nutrientes.

Com evidências crescentes, o kiwi se confirma como um alimento funcional, acessível e seguro, com benefícios importantes para digestão, imunidade e bem-estar geral. 

Como escolher kiwi

Para saber se a fruta está madura ou verde, basta pressionar levemente a casca. Se a consistência estiver mole e ficar com a marca do dedo, o kiwi está bom para ser consumido. Caso você não consiga pressioná-lo, é porque ainda está verde. 

Com informações do portal "News Medical"

 

 

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