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17 de fevereiro de 2019, 22h36

Segurança que assassinou rapaz em supermercado foi condenado por agredir ex-companheira

Em consequência da condenação, Davi Amâncio não poderia exercer a função que estava desempenhando

Foto: Reprodução/Vídeo
Davi Amâncio, o segurança que assassinou brutalmente o rapaz Pedro Henrique Gonzaga, nas dependências do supermercado Extra, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, não poderia exercer a função que estava desempenhando, de acordo com informações do Fantástico, da Rede Globo, e publicado no G1. Conforme a reportagem, Amâncio já foi condenado a três meses de prisão em regime aberto por lesão corporal, após agredir uma ex-companheira. A mulher relatou que, depois de uma briga por ciúmes, ele a agrediu com vários socos no rosto na frente dos seus filhos. Pela legislação, a condenação de Amâncio o impede de trabalhar...

Davi Amâncio, o segurança que assassinou brutalmente o rapaz Pedro Henrique Gonzaga, nas dependências do supermercado Extra, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, não poderia exercer a função que estava desempenhando, de acordo com informações do Fantástico, da Rede Globo, e publicado no G1.

Conforme a reportagem, Amâncio já foi condenado a três meses de prisão em regime aberto por lesão corporal, após agredir uma ex-companheira.

A mulher relatou que, depois de uma briga por ciúmes, ele a agrediu com vários socos no rosto na frente dos seus filhos. Pela legislação, a condenação de Amâncio o impede de trabalhar como vigilante.

Conforme a Polícia Federal, a documentação do segurança seria revista no curso de reciclagem, em maio de 2019.

Davi Amâncio foi solto após pagar fiança de R$ 10 mil e deve responder por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

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