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10 de julho de 2019, 11h21

Sobre compra de votos pela previdência, Bolsonaro diz que “parlamento está mais que consciente”

Após liberar mais de R$ 2,5 bilhões e prometer outros R$ 5,6 bi antes da votação da proposta da reforma da Previdência, Bolsonaro se justificou nas redes sociais dizendo que "no passado, como todos sabem, os métodos eram outros"

Bolsonaro em culto com a bancada evangélica na Câmara (Michel Jesus/ Câmara dos Deputados)
Após liberar mais de R$ 2,5 bi e prometer outros R$ 5,6 bi para comprar votos de deputados na tentativa de aprovação da proposta da reforma da Previdência, que deve ir a plenário nesta quarta-feira (10), Jair Bolsonaro se justificou no Twitter, dizendo que “hoje, o parlamento está mais que consciente de sua responsabilidade”. Inscreva-se no nosso Canal do YouTube, ative o sininho e passe a assistir ao nosso conteúdo exclusivo “No passado, como todos sabem, os métodos eram outros. Hoje, o parlamento está mais que consciente de sua responsabilidade, do que devem ou não aprovar ou aperfeiçoar, sempre focado...

Após liberar mais de R$ 2,5 bi e prometer outros R$ 5,6 bi para comprar votos de deputados na tentativa de aprovação da proposta da reforma da Previdência, que deve ir a plenário nesta quarta-feira (10), Jair Bolsonaro se justificou no Twitter, dizendo que “hoje, o parlamento está mais que consciente de sua responsabilidade”.

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“No passado, como todos sabem, os métodos eram outros. Hoje, o parlamento está mais que consciente de sua responsabilidade, do que devem ou não aprovar ou aperfeiçoar, sempre focado no bem estar de todos”, tuitou, ao comentar a repetição dos mesmos métodos sobre o que considera “a velha política”.

O “toma lá, dá cá” foi intensificado por Bolsonaro nos últimos dias para tentativa de votação da proposta da reforma da Previdência e deve abrir um rombo nos ministérios do Desenvolvimento Regional, Educação e Saúde.

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Porém, o presidente já teria se comprometido a abrir um crédito suplementar para atender as demandas de deputados por recursos nas pastas, que estavam travados por falta de dinheiro.

Além dos mais de R$ 2,5 bilhões liberados nos primeiros cinco dias de julho, o governo Bolsonaro já teria prometido mais R$ 5,6 bilhões em emendas orçamentárias e ofereceu um lote extra aos congressistas. Os parlamentares, no entanto, querem mais.

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