#“Jornalismo de resultados”

19 de julho de 2011, 11h12

Murdoch, o fraudador de espelhos

Murdoch não é uma excrescência, não é falácia ou farsa, não é science fiction nem evento casual, singular. O espetáculo midiático-político a que assistimos galvanizados há mais de dez dias não tem nada de absurdo ou fantasioso. Não leva a assinatura de Karl Kraus, Bertold Brecht, George Orwell, Orson Welles ou Billy Wilder: este dream team de críticos jamais conseguiria engendrar um enredo tão terrível e catastrófico para a imprensa livre.