Imprensa livre e independente
04 de novembro de 2016, 12h42

“Truculência típica de regime de exceção”, diz Wagner Moura sobre invasão da escola do MST

O ator gravou um vídeo se solidarizando com o movimento e repudiando a ação da polícia, que invadiu a Escola Nacional Florestan Fernandes, em São Paulo, usando arma de fogo e sem mandado de busca e apreensão. Assista Por Redação O ator Wagner Moura divulgou, há pouco, um vídeo em que condena a invasão da Polícia Civil na Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST, em Guararema, São Paulo. Os policiais teriam chegado por volta das 9h25 no local e teriam invadido a escola pulando o muro e a janela da recepção do prédio. Ao adentrar o espaço, passaram a atirar...

O ator gravou um vídeo se solidarizando com o movimento e repudiando a ação da polícia, que invadiu a Escola Nacional Florestan Fernandes, em São Paulo, usando arma de fogo e sem mandado de busca e apreensão. Assista

Por Redação

O ator Wagner Moura divulgou, há pouco, um vídeo em que condena a invasão da Polícia Civil na Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST, em Guararema, São Paulo.

Os policiais teriam chegado por volta das 9h25 no local e teriam invadido a escola pulando o muro e a janela da recepção do prédio. Ao adentrar o espaço, passaram a atirar com armas letais. A ação não dispunha de mandado de busca e apreensão.

No vídeo, Wagner Moura diz repudiar a ação e afirma que a invasão foi de uma truculência “típica de um regime de exceção”.

“Se alguém tinha dúvidas que o Brasil vive um estado de exceção, a invasão da escola Florestan Fernandes pela polícia é uma demonstração covarde de truculência típica de regime de exceção”.

Assista.

Veja também:  Após ataque de Bolsonaro, Jornal Nacional divulga nota de apoio a Miriam Leitão

Você pode fazer o jornalismo da Fórum ser cada vez melhor

A Fórum nunca foi tão lida como atualmente. Ao mesmo tempo nunca publicou tanto conteúdo original e trabalhou com tantos colaboradores e colunistas. Ou seja, nossos recordes mensais de audiência são frutos de um enorme esforço para fazer um jornalismo posicionado a favor dos direitos, da democracia e dos movimentos sociais, mas que não seja panfletário e de baixa qualidade. Prezamos nossa credibilidade. Mesmo com todo esse sucesso não estamos satisfeitos.

Queremos melhorar nossa qualidade editorial e alcançar cada vez mais gente. Para isso precisamos de um número maior de sócios, que é a forma que encontramos para bancar parte do nosso projeto. Sócios já recebem uma newsletter exclusiva todas as manhãs e em julho terão uma área exclusiva.

Fique sócio e faça parte desta caminhada para que ela se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie a Fórum