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11 de dezembro de 2018, 10h14

Tucano que relatou a reforma trabalhista vai comandar reforma da Previdência de Bolsonaro

Na reforma trabalhista, Rogério Marinho - que responde a diversos processos judiciais - defendeu a proposta de que mulheres grávidas e lactantes trabalhassem em condições insalubres.

Agência Brasil
Relator da Reforma Trabalhista, que provocou um desmonte na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e elevou a informalidade, o deputado Rogério Marinho (PSDB) será o homem de Bolsonaro para conduzir a reforma da Previdência. A informação é do blog de Andrea Sadi, no G1, nesta terça-feira (11). O tucano – que responde a uma série de processos, inclusive sobre coação de funcionários a devolverem a multa do FGTS – foi confirmado como secretário especial de Previdência Social pelo futuro superministro da Economia, Paulo Guedes. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique...

Relator da Reforma Trabalhista, que provocou um desmonte na Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e elevou a informalidade, o deputado Rogério Marinho (PSDB) será o homem de Bolsonaro para conduzir a reforma da Previdência. A informação é do blog de Andrea Sadi, no G1, nesta terça-feira (11).

O tucano – que responde a uma série de processos, inclusive sobre coação de funcionários a devolverem a multa do FGTS – foi confirmado como secretário especial de Previdência Social pelo futuro superministro da Economia, Paulo Guedes.

Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

Marinho, que não se reelegeu nas eleições de outubro, terá a incumbência de articular no Congresso Nacional a votação da reforma da Previdência ainda no primeiro semestre de 2019.

Na reforma trabalhista, Marinho defendeu a proposta de que mulheres grávidas e lactantes trabalhassem em condições insalubres.

Para Marinho, esse direito teria provocado a “discriminação tanto no momento da contratação quanto na manutenção do emprego da mulher”. “Essa situação é marcante em setores como o hospitalar, em que todas as atividades são consideradas insalubres, o que já tem provocado reflexos nos setores de enfermagem, por exemplo, com o desestímulo à contratação de mulheres”, afirma o tucano.

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