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06 de dezembro de 2018, 11h03

VÍDEO: Ressentido, Magno Malta critica Lewandowski e diz que Câmara “deveria poder mandar prender”

Sem paletó e ainda abatido com a negativa do amigo e presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) de colocá-lo em algum ministério no novo governo, o senador ocupou a tribuna da casa nesta quarta-feira (5) para criticar o que chamou de "ativismo do judiciário".

Reprodução/Youtube
Sem paletó e ainda abatido com a negativa do amigo e presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) de colocá-lo em algum ministério no novo governo, o senador Magno Malta (PR/ES) ocupou a tribuna da casa nesta quarta-feira (5) para criticar o que chamou de “ativismo do judiciário”. Ressentido, Malta criticou a postura do ministro Ricardo Lewandlwski, que mandou prender um advogado que fez críticas a ele e ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante um vôo. Para o senador, não houve ofensa. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais “Um...

Sem paletó e ainda abatido com a negativa do amigo e presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) de colocá-lo em algum ministério no novo governo, o senador Magno Malta (PR/ES) ocupou a tribuna da casa nesta quarta-feira (5) para criticar o que chamou de “ativismo do judiciário”.

Ressentido, Malta criticou a postura do ministro Ricardo Lewandlwski, que mandou prender um advogado que fez críticas a ele e ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante um vôo. Para o senador, não houve ofensa.

Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será que você pode nos ajudar nisso? Clique aqui e saiba mais

“Um cidadão abordou o ministro Lewandowski dentro de uma aeronave e disse: o Supremo é uma vergonha. Ele mandou prender o cidadão. Mas, a lambança que Lewandowski fez aqui, nesse plenário, no impeachment, rasgando a Constituição e dando direitos políticos a alguém cassada. Não é que o cidadão foi desrespeitoso, mas o ministro pediu para ser tratado assim pela sociedade”, disse Malta, referindo-se ao julgamento que permitiu que a presidenta Dilma Rousseff (PT) mantivesse seus direitos políticos após o golpe parlamentar.

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Malta ainda provocou a senadora Marta Suplicy (MDB/SP), que pediu um “aparte” e disse que deveria ser dado o direito aos deputados de decretar prisões. “Quando o Judiciário se omite, esta casa não se arvora a prender ninguém. Podia mandar prender. A Câmara poderia sentenciar quando o Judiciário não cumpre seu papel”, disse Malta, que compartilhou o vídeo no seu Twitter.

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