Bolsonaro e militares “não republicanos” acobertaram corrupção de Ricardo Barros e centrão

Bolsonaro é a continuação do golpe, que sempre teve a intenção de colocar o Brasil novamente nas mãos de corruptos e de entreguistas. Para isso, se pintou com as cores da bandeira e sacou um discurso hipócrita de patriotismo. Como os militares fizeram em 64

As denúncias dos irmãos Miranda na CPI do Genocídio mostram que Bolsonaro colocou militares “não republicanos” no Ministério da Saúde para acobertar a prática mais comum de corrupção no governo, que se faz por meio do fisiologismo e do conluio com o centrão.

Bolsonaro sabe que sem o centrão seu impeachment é certo. E por isso transformou o governo, em especial o Ministério da Saúde, no cofre para pagar de forma corrupta sua manutenção no poder.

O golpista Ricardo Barros comandou a pasta durante o governo Michel Temer e já conduzia um esquema de corrupção junto com a Global Gestão de Saúde.

Bolsonaro apenas colocou Pazuello e militares “não republicanos” – nas palavras do deputado Luis Miranda – para acobertar os negócios escusos do centrão.

Bolsonaro é a continuação do golpe, que sempre teve a intenção de colocar o Brasil novamente nas mãos de corruptos e de entreguistas. Para isso, se pintou com as cores da bandeira e sacou um discurso hipócrita de patriotismo. Como os militares fizeram em 64.

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Plinio Teodoro

Jornalista, editor de Política da Fórum, especialista em comunicação e relações humanas.

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