No Bolsonaristão, banqueiros e empresários celebram a morte em troca de moedas de ouro

Após a pregação do pastor André Mendonça, Advogado-Geral da União, no Supremo Tribunal Federal (STF), implorando pelos cultos e missas presenciais quando o Brasil ultrapassa os 340 mil mortos pela Covid-19, Jair Bolsonaro recebeu as bênçãos de banqueiros e de parte do PIB em jantar na mansão de Washington Cinel, dono da empresa de segurança […]

Após a pregação do pastor André Mendonça, Advogado-Geral da União, no Supremo Tribunal Federal (STF), implorando pelos cultos e missas presenciais quando o Brasil ultrapassa os 340 mil mortos pela Covid-19, Jair Bolsonaro recebeu as bênçãos de banqueiros e de parte do PIB em jantar na mansão de Washington Cinel, dono da empresa de segurança Gocil, em São Paulo.

Banqueiros e empresários adularam o presidente, assim como vem fazendo ao longo da História do Brasil com o genocídio do povo pobre e marginalizado.

Investiram pesadamente em um novo golpe em 2016 para instituir um governo genocida, que causa ojeriza no mundo, para transformar o Brasil em um paraíso neoliberal, onde pudessem aumentar ainda mais a sanha pelo dinheiro público.

Agora, “ovacionam” o discurso do Messias – o novo bezerro de ouro -, em sua redundante crucifixão do PT, enquanto brindam com o sangue dos brasileiros mortos em troca de suas trinta moedas.

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Apresentação: Plínio Teodoro

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Plinio Teodoro

Jornalista, editor de Política da Fórum, especialista em comunicação e relações humanas.