Popularidade de Bolsonaro derrete com corrupção e farsas do patriotismo e da defesa da família

Bolsonaro, no fundo, só pensa agora em salvar a própria pele

A realidade sem impõe. Com novas descobertas a cada dia que desnudam o discurso farsesco que juntou o combate à corrupção, às falácias do patriotismo e da defesa da família, Bolsonaro derrete nas pesquisas e corre o risco de ficar fora até mesmo do segundo turno em 2022.

Para se eleger, Bolsonaro teve que demitir grande parte da corja de funcionários fantasmas que mantinha no gabinete dele próprio e dos filhos, que resultaram no enriquecimento vertiginoso da família.

É o tipo mais ralo e mais vil de corrupção, que sempre é revelado por uma das dezenas de pessoas que se submeteram a receber “mesadas” para devolver os vultosos salários prometidos em cargos comissionados.

Bolsonaro ainda optou por colocar parte da família de uma das ex-mulheres no esquema, o que desmonta o tótem da defesa da família tradicional cristã em um passado que envolve traição e disputas familiares pouco “tradicionais” para os padrões defendidos pelo hoje presidente nos templos do Brasil afora.

O entreguismo, como parte da negociata com o sistema financeiro, expõe a outra falácia, do patriotismo.

Bolsonaro, no fundo, só pensa agora em salvar a própria pele.

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Apresentação: Plínio Teodoro

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Plinio Teodoro

Jornalista, editor de Política da Fórum, especialista em comunicação e relações humanas.

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