Seleção Brasileira, Queiroga e os efeitos do terror imposto por Jair Bolsonaro

A “pipocada” da seleção brasileira e do técnico, Tite, no posicionamento medíocre sobre a Copa América, já na madrugada desta quarta-feira (9) após a vitória do Paraguai, revela que o terror que Jair Bolsonaro tenta impor no país funciona com alguns. Ao darem prioridade ao “trabalho”, Tite e os jogadores entram no picadeiro da política […]

A “pipocada” da seleção brasileira e do técnico, Tite, no posicionamento medíocre sobre a Copa América, já na madrugada desta quarta-feira (9) após a vitória do Paraguai, revela que o terror que Jair Bolsonaro tenta impor no país funciona com alguns.

Ao darem prioridade ao “trabalho”, Tite e os jogadores entram no picadeiro da política de terror e circo do presidente e viram as costas às famílias de mais de 476 mil brasileiros mortos durante a pandemia.

Tite e os atletas mostraram que servem apenas ao seu empregador, a CBF, que há muito já deixou de ser a gestora do futebol brasileiro para se tornar uma transnacional do esporte, com todos os adereços que isso acarreta.

O medo do terror imposto por Bolsonaro também pode ser visto no segundo depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que disse à CPI do Genocídio que não é “censor” do presidente, que atua à margem das medidas sanitárias que ele finge defender.

Nesta quarta, o Fórum Café recebe o ex-ministro da Saúde e deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP).

Apresentação: Plínio Teodoro

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Plinio Teodoro

Jornalista, editor de Política da Fórum, especialista em comunicação e relações humanas.

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