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16 de agosto de 2013, 11h02

Vigilância da NSA violou a lei milhares de vezes

Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA quebrou regras de privacidade e leis de espionagem milhares de vezes nos últimos anos, conclui uma auditoria interna de maio de 2012

Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA quebrou regras de privacidade e leis de espionagem milhares de vezes nos últimos anos, conclui uma auditoria interna de maio de 2012 Por Esquerda.net O diário obteve o documento através de Edward Snowden, antigo analista informático da agência, que entregou há meses vasta documentação A Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos quebrou as regras de privacidade e as leis de espionagem milhares de vezes nos últimos anos, conclui uma auditoria interna realizada em maio de 2012 e revelada pelo jornal Washington Post esta sexta-feira. O diário obteve o documento através de...

Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA quebrou regras de privacidade e leis de espionagem milhares de vezes nos últimos anos, conclui uma auditoria interna de maio de 2012

Por Esquerda.net

O diário obteve o documento através de Edward Snowden, antigo analista informático da agência, que entregou há meses vasta documentação

A Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos quebrou as regras de privacidade e as leis de espionagem milhares de vezes nos últimos anos, conclui uma auditoria interna realizada em maio de 2012 e revelada pelo jornal Washington Post esta sexta-feira. O diário obteve o documento através de Edward Snowden, antigo analista informático da agência, que entregou há meses vasta documentação.

A auditoria inclui desde violações significativas da lei, como a vigilância sem autorização de cidadãos americanos e estrangeiros, até erros de digitação, que inadvertidamente conduziram à espionagem de telefones e emails – devido à troca do indicativo de Washington (202) pelo do Egito (20).

A auditoria interna conta 2.776 casos de coleta não autorizada de dados nos 12 meses anteriores, que marcam um aumento do número de violações – de 546 no segundo trimestre de 2011 para 865 no primeiro trimestre de 2012. O jornal diz que o caso mais grave foi a violação de uma ordem de tribunal e o uso de dados não autorizados de 3.000 americanos e residentes permanentes nos EUA.

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O jornal refere também um caso em que a agência armazenou e analisou enormes quantidades de dados internacionais de um cabo de fibra óptica que atravessa os EUA. Meses mais tarde, o tribunal especial que supervisiona a espionagem (FISA) concluiu que o programa em causa violava a Constituição americana.

Num comunicado enviado ao Post, a agência admite que cometeu erros, mas afirma que sempre que eles são detetados tenta corrigi-los “o mais rapidamente possível”.

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