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06 de novembro de 2014, 10h29

“Vitória de Dilma é reconhecimento à redução da pobreza”, afirma Ban Ki-Moon

Secretário-geral das Nações Unidas conversou com a presidenta Dilma sobre o fortalecimento da relação entre a ONU e o Brasil e a ajuda do país no combate ao ebola

Secretário-geral das Nações Unidas conversou com a presidenta Dilma sobre o fortalecimento da relação entre a ONU e o Brasil e a ajuda do país no combate ao ebola Por Redação O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, telefonou para a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (5) para cumprimentá-la pela reeleição, e afirmou que o resultado das urnas refletiu o reconhecimento da população sobre a criação de oportunidades e a redução da pobreza no país. De acordo com informações divulgadas no Palácio do Planalto, Dilma agradeceu o contato de Ban Ki-moon e disse querer encontrá-lo durante a Cúpula...

Secretário-geral das Nações Unidas conversou com a presidenta Dilma sobre o fortalecimento da relação entre a ONU e o Brasil e a ajuda do país no combate ao ebola

Por Redação

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, telefonou para a presidenta Dilma Rousseff nesta quarta-feira (5) para cumprimentá-la pela reeleição, e afirmou que o resultado das urnas refletiu o reconhecimento da população sobre a criação de oportunidades e a redução da pobreza no país.

De acordo com informações divulgadas no Palácio do Planalto, Dilma agradeceu o contato de Ban Ki-moon e disse querer encontrá-lo durante a Cúpula do G20 na Austrália, que acontecerá entre os dias 15 e 16 de novembro. Durante a conversa, a presidenta afirmou ainda que deseja intensificar a relação de parceria entre o Brasil e a ONU. Ela destacou a ação do Brasil, junto com outros países, no enfrentamento do ebola e afirmou que “permanecerá ao lado dos irmãos africanos”, se comprometendo a disponibilizar ajuda financeira e suprimentos para o combate à doença.

Ban Ki-moon disse à presidenta que a Comissão de Construção de Paz da ONU, comandada atualmente pelo Brasil, “terá pela frente grandes desafios no enfrentamento de conflitos armados” e que “o tema é relevante para todos os países”.

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Foto de capa: Palácio do Planalto

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