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04 de julho de 2019, 13h15

Witzel é recebido aos gritos de “fascista” e “oitenta tiros” na Universidade de Coimbra. Vídeo

Também estavam presentes três ministros do STF. Alexandre de Moraes também foi hostilizado. Chamado de golpista, ele foi para o fundo da sala e abriu um livro para ler

Foto: Reprodução
Um seminário, realizado nesta quinta-feira (4), na Universidade de Coimbra, em Portugal, foi encerrado por estudantes que protestavam contra a participação do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSL), no evento. Aos gritos de “fascistas, golpistas não passarão” e também “oitenta tiros, oitenta tiros”, em referência à morte de um músico pelo Exército em abril, os estudantes irromperam na sala com cartazes que diziam “Marielle presente”, “Marielle vive” e “Cadeia para Witzel”. Alguns também levaram laranjas, em referência ao escândalo das candidatas-laranja do PSL, o partido do governador e de Jair Bolsonaro. Também estavam presentes três ministros do STF...

Um seminário, realizado nesta quinta-feira (4), na Universidade de Coimbra, em Portugal, foi encerrado por estudantes que protestavam contra a participação do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSL), no evento.

Aos gritos de “fascistas, golpistas não passarão” e também “oitenta tiros, oitenta tiros”, em referência à morte de um músico pelo Exército em abril, os estudantes irromperam na sala com cartazes que diziam “Marielle presente”, “Marielle vive” e “Cadeia para Witzel”.

Alguns também levaram laranjas, em referência ao escândalo das candidatas-laranja do PSL, o partido do governador e de Jair Bolsonaro.

Também estavam presentes três ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Um deles, Alexandre de Moraes, também foi hostilizado. Chamado de golpista, ele foi para o fundo da sala e abriu um livro para ler.

Os outros dois, Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio Mello, assistiram a tudo sem reação. No final do protesto, Lewandowski se aproximou e abraçou os estudantes.

Os organizadores do evento tentaram conter os jovens mas foram hostilizados. “Quem dá voz para fascista é fascista também”, diziam. O evento foi encerrado.

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Com informações da coluna de Mônica Bérgamo

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