escrevinhador

por Rodrigo Vianna

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28 de Maio de 2015, 12h57

Veja vídeo em que Eduardo Cunha afirma que não votaria, de novo, financiamento privado

Derrotado na votação, quando o plenário da Câmara rejeitou a PEC que pretendia constitucionalizar o financiamento empresarial de campanha, ele arquitetou um novo golpe e recolocou um tema superado em discussão.

Da Página Não à PEC da Corrupção

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, por 330 votos a 141 e 1 abstenção, o financiamento privado de campanhas com doações de pessoas físicas e jurídicas para os partidos políticos e com doações de pessoas físicas para candidatos.

No entanto, na noite de terça-feira, a primeira emenda sobre o financiamento privado foi derrotada. Abaixo, veja vídeo que registra o presidente da Câmara Eduardo Cunha afirmado, na terça-feira, que fora feito um acordo entre os líderes de que texto principal e as emedas não iriam a voto.

Derrotado na votação, quando o plenário da Câmara rejeitou a PEC que pretendia constitucionalizar o financiamento empresarial de campanha, ele arquitetou um novo golpe no debate da Reforma Política e recolocou um tema superado em discussão.

Cunha perdeu a votação do financiamento geral e enfiou goela abaixo do plenário uma votação não prevista. Isso é golpe! Não podemos aceitar!  Veja o vídeo e depois leia a transcrição:

SESSÃO DE 26/05/2015

23h40

O SR. DOMINGOS NETO (PROS-CE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) – Presidente, questão de ordem. Só sobre a ordem apresentada, porque o Presidente acabou de falar que nós votaríamos essa emenda. Em seguida, o público como pessoa física e, em seguida, só o público.

O SR. PRESIDENTE (Eduardo Cunha) – Se essa não atingir 308, votará em seguida a pessoa física…

O SR. DOMINGOS NETO – E o texto do Relator?

O SR. PRESIDENTE (Eduardo Cunha) – O texto do Relator, foi destacada essa emenda em preferência à do Relator, com o apoio do Relator. Não haverá mais a votação do texto do Relator. Este é o que está sendo votado.

O SR. DOMINGOS NETO – A possibilidade…

O SR. PRESIDENTE (Eduardo Cunha) – Não haverá… Não, não há acordo político. Eu sei que, regimentalmente, V.Exa. pode dizer que, ao fim, restaria o texto do Relator. Nós não temos acordo político. Vai ser considerado prejudicado.

 


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