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14 de janeiro de 2020, 14h03

Polícia de Minas Gerais investiga segunda morte por suspeita de consumo de cerveja contaminada

Mulher morreu no fim do ano em cidade a 177 quilômetros de Belo Horizonte com sintomas da síndrome nefroneural, que teria sido provocada por contaminação de lotes da cerveja Belorizontina e Capixaba, da Cervejaria Backer

Cerveja Belorizontina, da Backer, onde foi encontrada substância tóxica (Reprodução)

Uma morte que aconteceu no fim de 2019 começou a ser investigada a partir desta terça-feira (14) à série de intoxicações suspeitas de terem sido provocadas pela contaminação da cerveja Belorizontina, da cervejaria Backer.

Segundo a Secretaria de Saúde de Pompeu, a 177 quilômetros de Belo Horizonte (MG), ma moradora da cidade morreu durante internação na Santa Casa de Misericórdia da cidade com sintomas da síndrome nefroneural, que atinge rins e sistema nervoso.

Os sintomas são os mesmos detectados na morte de um homem de 55 anos e na internação de pelo menos outras 11 pessoas na capital mineira, que são compatíveis com a intoxicação por dietilenoglicol, substância encontrada pela Polícia Civil em três lotes da cervejaria Backer, duas da Belorizontina (L1-1348, L2-1348) e uma da Capixaba (L2-1354), que seguem o mesmo processo de produção.

 

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