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01 de janeiro de 2020, 11h30

Suspeito de atentado contra Porta dos Fundos é investigado por envolvimento com milícia

Segundo denúncias, Eduardo Fauzi atuava com milícias na cobrança ilegal de estacionamentos rotativos no centro do Rio

Eduardo Fauzi justifica o tapa na cara do secretário de Ordem Pública do Rio de Janeiro, Alex Costa (Foto: Reprodução/Youtube)

Um dos suspeitos de atacar a produtora do Porta dos Fundos, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Eduardo Fauzi Richard Cerquise, também é investigado por envolvimento com milícia na cobrança de estacionamentos rotativos no centro do Rio. Fauzi está foragido e possui 20 anotações criminais. Ele também é filiado ao PSL desde 3 de outubro de 2001.

Segundo denúncias encaminhadas a Polícia Civil, o suspeito atuava com cobranças ilegais nos estacionamentos, já que não possuem alvará da prefeitura para funcionamento. Fauzi é presidente da Associação dos Guardadores Autônomos de Veículos São Miguel.

Entre seus registros criminais, estão acusações de lesão corporal, ameaça, coação no curso do processo, agressão contra mulheres, desacato e exercício ilegal da profissão. Em fevereiro, ele foi condenado a quatro anos de prisão pela justiça do Rio, respondendo por lesão corporal, ameaça e desacato, mas crimes prescreveram.

O Imbecil Coletivo

Os investigadores fizeram buscas e apreensões em quatro endereços ligados a Fauzi na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, no Engenho Novo, na Zona Norte, e no Centro do Rio. Em um dos imóveis do empresário a Polícia Civil encontrou R$ 119 mil em dinheiro. Além de três armas falsas, facas e munições, a polícia apreendeu o livro O Imbecil Coletivo, de Olavo de Carvalho. A obra é uma espécie de manual de conduto para os iniciados na doutrina olavista.

 

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